“Reconheço que falhei…”, diz o coronel Martinho

Coronal MartinhoDurante a operação Vulcano, deflagrada na ultima quinta(28), onde a polícia Federal desarticulou esquema de fraude contra o programa nacional do desarmamento “Desarma” , o ex coronel  da polícia militar Martinho   Nunes  foi conduzido para prestar esclarecimentos por conta da senha utilizada na fraude ser dele e também porque os policiais encontraram com  uma arma não registrada.

Entretanto, em entrevista ao radiojornalístico Bom Dia Feira,  na ultima sexta-feira (29), o coronel explica os fatos.

“ Eu reconheço que falhei ao passar a senha. Eu disponibilizei a senha, mas não para ele cometer o crime”.  O militar disse ainda que não existe comprovação da participação dele nos crimes, que garante  que não encontraram  e nem encontrarão  prova .

Martinho disse ainda que não cabia ao cargo dele fiscalizar operacionalização do processo de cadastramento das armas, que talvez a falha foi também do sistema que não o treinou antes que ele fornecesse a senha.Sobre a arma ele diz que era para segurança pessoal e que foi um descuido não ter efetuado o cadastro.

“Quem fazia os lançamentos eram Carlos Nunes, e o irmão dele, Clóves Nunesque  faziam na Casa da Paz, continuaram fazendo no batalhão, em meu gabinete, no computador do comandante. Carlos Nunes fazia os lançamentos e depois eu fechava o processo com a senha. Isso foi feito por cerca de um ano”, conta Martinho.

Sobre a manifestação de alguns internautas e uma parte da imprensa que acusa o comandante de envolvimento com o esquema fraudulento, Nunes diz que vai processá-los por injuria e difamação.

 

Fonte: Bom Dia Feira

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Redação do Correio Regional

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